São Paulo - O Ford Edge 2011 impõe respeito, é elegante e na primeira troca de roupa, depois do seu lançamento e estreia no Brasil, em 2008, o crossover mantém a categoria e reforça o acerto por parte da engenharia da marca do oval. Eles deram um toque de charme ao utilitário, refinaram peças e acabamento interno. Isso sem contar no motor de 3.5 litros, que ganhou mais força. O Vrum dirigiu a nova aposta da marca e conta todos os detalhes e impressões nesta edição.
O motor 3.5 litros do Ford Edge ficou mais forte e silencioso. O V6 promete 289 cavalos de potência (20% a mais de força), cumpre o que entrega, só não acredite muito no consumo urbano divulgado pelo fabricante, que declara média combinada, cidade/estrada, de 10 Km/l. No urbano são 8,6 Km/l de gasolina.
A bordo, poucas surpresas em relação à dirigibilidade comparada com o modelo anterior, mas muito luxo com a ´bancada` em couro com regulagem elétrica. O Edge já estava elevado ao topo da categoria. Silêncio e conforto são duas virtudes que ajudam o condutor a relaxar e pisar firme no pedal do acelerador.
Ainda no interior, seis bolsas infláveis (air bags), acabamento do painel e contornos da base central são de fino acabamento, com destaque para a faixa de madeira do carro completo. O design do My Ford Touch, como eles batizam o multimídia, ficou melhor e a sensibilidade da tela parece que foi aperfeiçoada. Ar-condicionado individual, aquecimento dos bancos e outros mimos são controlados na tela.
Mas vale destacar que eles só pecaram mesmo na remoção do disco rígido justificado pelo avanço dos pen drives de ´100 gigas` de memória, que podem ser conectados.
A alavanca de câmbio sequencial não fica fora da harmonia e o botão de partida prova que o uso interno da chave é coisa do passado. Para as manobras, a câmera de ré projeta imagem na tela do centro do painel.
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Autor: Samuel Souza
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